Bolonha na UMinho II
Monday, December 10th, 2007A mesma notícia, noutra perspectiva?
.funkyblue { color:#0000AF; }
Blog, intermitente, de Artur Rodrigues
A mesma notícia, noutra perspectiva?
Um bom sinal de que pela Universidade do Minho se está a fazer uma adaptação ao paradigma de Bolonha: Bolonha matou Noites Académicas.
Via A Destreza ds Dúvidas.
Jcd a tentar retirar o “véu da Ignorância” que persiste em pairar sobre o Timshel e o Hugo Mendes. Agora percebo como é difícil ensinar economia (finanças, no caso particular). Mas o estoicismo e paciência do Jcd parecem não ter limites
Não será o que sente um professor quando uma sua ex-aluna, licenciada em psicologia, recorre a consultas de astrologia?
Já o mesmo não sentiria eu se uma minha ex-aluna recorresse aos astros para prever a evolução do mercado bolsista. Afinal teria tanto sucesso como se atirasse uma moeda ao ar, ou talvez não.
Recebido por email:
venho por este meio, dar a conhecer a vossa excelencia, que por impossibilidade da minha pessoa, não pude ir as aulas, já por vossa excelencia leccionadas, e por isso, não estou inscrito no site do docente. Gostaria, se fosse possivel a vossa excelencia, que me informa-se sobre a minha situação.
Resposta:
Se V. Exa. […]
Que caem(?), para centrarmos a atenção no essencial:
Os professores portugueses são os terceiros mais bem pagos no “ranking” dos 30 países da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económicos (OCDE)
Portugal ocupa o 9º lugar na lista dos países com turmas mais reduzidas
Para quem, como eu, participou no processo de criação dos novos cursos, de acordo com o acordo de Bolonha, algumas aberrações colocam sérias dúvidas sobre a bondade do processo… mesmo aos mais acérrimos defensores desta suposta “adequação”.
Cumprido o ritual matutino deste sábado - a compra do Expresso - cuja primeira leitura é feita “na diagonal”, passando os olhos pelos títulos, a página 11 obriga a uma primeira paragem:
“O ensino aqui é o pior de tudo”
Relata a perspectiva dos emigrantes de Leste sobre o sistema de ensino português. Retenho esta passagem:
“Lá [na […]